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    RVSM - SEPARAÇÃO VERTICAL MÍNIMA REDUZIDA

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    Barcelos DSA 003
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    RVSM - SEPARAÇÃO VERTICAL MÍNIMA REDUZIDA

    Mensagem por Barcelos DSA 003 em Sab Dez 19, 2009 3:23 pm

    RVSM - SEPARAÇÃO VERTICAL MÍNIMA REDUZIDA

    4shared.com/account/file/176939021/f21dbef6/RVSM.html?sId=yd2wLwwDVVFZgQJy - link para baixar mais material de estudo.

    Tendo em vista a implementação do espaço aéreo RVSM a partir das 0901 UTC de 20 de Janeiro de 2005, conforme anexo ao suplemento AIP N194/04, as seguintes modificações deverão ocorrer nos dados de RPL e na divulgação das listagens de RPL:

    1) 2ª Listagem de Janeiro de 2005

    O período vigente será de 11 de Janeiro até 20 de janeiro de 2005 às 0900 UTC. Em conseqüência, solicito encaminhar à CPVR (cpvr@cgna.gov.br) até 01 de janeiro de 2005:

    Uma relação de todos os vôos que já constam do arquivo de RPL e cujas aeronaves sejam aprovadas RVSM, a fim de que tal situação seja incluída no item “Q” do Formulário de RPL (IEPV 100-21) “EQPT/W”. Os vôos do arquivo de RPL e não constantes da relação enviada receberão na letra “Q” do formulário de RPL a informação de não aprovação RVSM (“EQPT/-“); e

    Para outros dados relativos a RPL (inclusão, alteração ou cancelamento) será utilizado o Formulário de Plano de Vôo Repetitivo (IEPV 100-21), com o preenchimento, obrigatório do item “Q”, “EQPT/W”, se aprovada RVSM, “EQPT/-”, se não aprovada RVSM, conforme suplemento AIP N194/04.

    2) 3ª Listagem de Janeiro de 2005

    O período vigente será de 20 de janeiro de 2005 às 0901 UTC até 31 de janeiro de 2005. Em conseqüência, solicito encaminhar à CPVR (cpvr@cgna.gov.br) até 09 de Janeiro de 2005:

    Todas as alterações relativas ao item “O” dos vôos já constantes do arquivo de RPL, para compatibilizar o Nível de Vôo com a nova tabela de níveis de cruzeiro, publicada no item 1.2 do anexo ao suplemento AIP N194/04; e

    Para outros dados relativos a RPL (inclusão, alteração ou cancelamento) será utilizado o Formulário de Plano de Vôo Repetitivo (IEPV 100-21), com o preenchimento, obrigatório do item “Q” com as seguintes informações: “EQPT/W”, se aprovada RVSM, “EQPT/-”, se não aprovada RVSM e STS/FL (número), caso a aeronave não aprovada RVSM tenha a intenção de ingressar no referido espaço aéreo. Deverá, também, ser utilizada a nova tabela de níveis de cruzeiro, publicada no item 1.2 do anexo ao suplemento AIP N194/04, para vôos no espaço aéreo RVSM.

    A partir de 01 de Fevereiro de 2005, os períodos atuais vigentes permanecem, como a seguir.

    ANTECEDÊNCIA DA APRESENTAÇÃO
    As empresas aéreas deverão apresentar à CPVR as propostas de planos de vôo repetitivos a vigorar nos períodos especificados dentro da VIGÊNCIA DA LISTAGEM DE RPL, com antecedência mínima de 10 (dez) dias do início de cada período.
    VIGÊNCIA DA LISTAGEM DE RPL
    As propostas apresentadas conforme o item anterior, após processadas e aceitas pela CPVR, serão incluídas em uma listagem, atualizada 3 (três) vezes ao mês, para remessa aos interessados, com os seguintes períodos de vigência: do primeiro ao décimo dia, do décimo primeiro ao vigésimo dia e do vigésimo primeiro ao último dia de cada mês.
    NOTA: Informações adicionais sobre a remessa do RPL por meio eletrônico, utilizando a rede mundial de computadores (Internet), poderão ser obtidas mediante contato com a CPVR no seguinte endereço eletrônico:

    cpvr@cgna.gov.br



    ANEXO AO SUPLEMENTO AIP N194/04


    ENR 2.2 OUTROS ESPAÇOS AÉREOS ESTABELECIDOS

    ENR 2.2.1 - ESPAÇO AÉREO RVSM

    1.1 A PARTIR DAS 09:01 UTC, DE 20 DE JANEIRO DE 2005, SERÁ IMPLEMENTADO O ESPAÇO AÉREO RVSM, ENTRE OS FL 290 E FL 410 INCLUSIVE, NAS FIR AMAZÔNICA, BRASÍLIA, CURITIBA E RECIFE. NA FIR ATLÂNTICO, O ESPAÇO AÉREO RVSM SERÁ IMPLEMENTADO A NOROESTE DA LINHA QUE UNE OS PONTO DE COORDENADAS 01° 39’ 32” S / 030° 13’ 45” W E 02° 23’ 39” N / 027° 48’ 58” W, INCLUINDO O CORREDOR EUR/SAM.
    NOTA: SOBRE A RVSM NO CORREDOR EUR/SAM, VER CAPÍTULO ENR 3.5, DA AIP-BRASIL.

    1.2 EXCETO NOS CASOS PREVISTOS NAS CARTAS DE ROTA (ERC) PARA CONTINUIDADE DE NÍVEIS EM ALGUMAS ROTAS ATS, OS NÍVEIS DE CRUZEIRO A SEREM UTILIZADOS NO ESPAÇO AÉREO RVSM SERÃO OS CONSTANTES NA TABELA A SEGUIR:

    RUMO MAGNÉTICO
    DE 000º A 179 DE 180º A 359º

    FL 290 FL 300
    FL 310 FL 320
    FL 330 FL 340
    FL 350 FL 360
    FL 370 FL 380
    FL 390 FL 400
    FL 410

    1.3 A SEPARAÇÃO VERTICAL MÍNIMA DE 1000 PÉS SERÁ APLICADA PELO ÓRGÃO ATC ENTRE AERONAVES APROVADAS RVSM. ESSA APROVAÇÃO SERÁ CONCEDIDA PELO ESTADO DE REGISTRO OU ESTADO DO OPERADOR, COMO APROPRIADO, ÀS AERONAVES CAPAZES DE ATENDER ÀS ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS DE PERFORMANCE DOS SISTEMAS DE AERONAVES (MASPS) SOBRE A MANUTENÇÃO DE ALTITUDE (OU EQUIVALENTE).

    1.4 O OPERADOR DE AERONAVE CIVIL BRASILEIRA DEVE CONTATAR O DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL (DAC) PARA OBTER A APROVAÇÃO RVSM E O DE AERONAVE ESTRANGEIRA A AUTORIDADE DO ESTADO PERTINENTE.


    1.5 AERONAVES NÃO APROVADAS RVSM, TAMBÉM, PODERÃO VOAR NO ESPAÇO AÉREO RVSM, SE ATENDIDAS AS CONDICIONANTES DISPOSTAS NESTA REGULAMENTAÇÃO.

    1.6 SERÁ APLICADA A SEPARAÇÃO VERTICAL MÍNIMA DE 2000 PÉS ENTRE AS AERONAVES NÃO APROVADAS RVSM E ENTRE ESTAS E AS DEMAIS AERONAVES.

    1.7 INDEPENDENTEMENTE DO “STATUS” DE APROVAÇÃO RVSM DA AERONAVE, OS NÍVEIS DE VÔO PODERÃO SER UTILIZADOS CONFORME DESCRITO NA TABELA DO ITEM 1.2.

    1.8 VÔO DE AERONAVE APROVADA RVSM

    1.8.1 SOMENTE OS OPERADORES DE AERONAVES APROVADAS RVSM DEVERÃO INDICAR SEU “STATUS” DE APROVAÇÃO RVSM, INSERINDO A LETRA W NO ITEM 10 DO FORMULÁRIO DE PLANO DE VÔO, INDEPENDENTEMENTE DO NÍVEL DE VÔO SOLICITADO.

    1.8.1.1 NO CASO ESPECÍFICO DE PLANO DE VÔO REPETITIVO, ESSES OPERADORES DEVERÃO INDICAR SEU “STATUS” DE APROVAÇÃO RVSM, INSERINDO A LETRA W NO ITEM “Q” DO RPL, INDEPENDENTEMENTE DO NÍVEL SOLICITADO, DA SEGUINTE FORMA: “EQPT/W”.

    1.9 VÔO DE AERONAVE DE ESTADO, HUMANITÁRIO, MANUTENÇÃO OU DE PRIMEIRA ENTREGA QUE NÃO SEJA APROVADO RVSM.

    1.9.1 AS AERONAVES DE ESTADO, OS VÔOS DE PRIMEIRA ENTREGA, MANUTENÇÃO E HUMANITÁRIOS, EM VÔOS DOMÉSTICOS OU INTERNACIONAIS, SERÃO AUTORIZADAS A OPERAR EM ESPAÇO AÉREO RVSM, AINDA QUE AS AERONAVES UTILIZADAS NÃO SEJAM APROVADAS RVSM.

    ANEXO AO SUPLEMENTO AIP N194/04

    1.9.2 PARA OS EFEITOS DESTA REGULAMENTAÇÃO É CONSIDERADA (O):

    A) AERONAVE DE ESTADO – AQUELA UTILIZADA EM SERVIÇOS MILITAR, ALFANDEGÁRIO E POLICIAL (EM CONFORMIDADE COM A CONVENÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL);
    B) VÔO DE MANUTENÇÃO - A AERONAVE QUE ESTIVER RETORNANDO PARA A BASE DE MANUTENÇÃO PARA EFETUAR REPAROS EM SEU SISTEMA ALTIMÉTRICO, A FIM DE READQUIRIR A CAPACIDADE DE VOAR EM ESPAÇO AÉREO RVSM OU SE O VÔO OCORRER DEPOIS QUE A AERONAVE TIVER REALIZADA A MANUTENÇÃO, A FIM DE VERIFICAR SE ESTÁ PRONTA PARA RETORNAR À OPERAÇÃO RVSM;
    C) VÔO DE PRIMEIRA ENTREGA - A ENTREGA DE UMA AERONAVE, APÓS TER SIDO VENDIDA AO SEU NOVO OPERADOR; E
    D) VÔO HUMANITÁRIO - A AERONAVE TRANSPORTANDO OU DESTINADA A TRANSPORTAR ENFERMO OU LESIONADO EM ESTADO GRAVE, QUE NECESSITE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA URGENTE, OU ÓRGÃO VITAL DESTINADO A TRANSPLANTE EM CORPO HUMANO.

    1.9.2 ESSES OPERADORES, CASO TENHAM A INTENÇÃO DE INGRESSAR NO ESPAÇO AÉREO RVSM, DEVERÃO INSERIR O TEXTO STS/NONRVSM NO ITEM 18 DO FORMULÁRIO DE PLANO DE VÔO E O NÍVEL DE VÔO PRETENDIDO NO ITEM 15.

    1.10 VÔO DE AERONAVE NÃO APROVADA RVSM, QUE NÃO ESTEJAM ENQUADRADAS NOS CASOS ESPECIAIS (AERONAVE DE ESTADO, VÔO HUMANITÁRIO, DE PRIMEIRA ENTREGA OU MANUTENÇÃO)

    1.10.1 AS AERONAVES NÃO APROVADAS RVSM REALIZANDO VÔOS DOMÉSTICOS, PODERÃO SER AUTORIZADAS A OPERAR NO ESPAÇO AÉREO RVSM, ATÉ 30 DE JUNHO DE 2007.

    1.10.2 ESSES OPERADORES DEVERÃO INDICAR SEU “STATUS” DE NÃO APROVAÇÃO RVSM SOMENTE NO PLANO DE VÔO REPETITIVO, INDEPENDENTEMENTE DO NÍVEL SOLICITADO, INSERINDO O SEGUINTE CÓDIGO NO ITEM “Q” DO RPL: “EQPT/-”.

    1.10.3 O PLANEJAMENTO DESSE VÔO DEVERÁ SER REALIZADO INICIALMENTE EM NÍVEL DE VÔO SITUADO FORA DOS LIMITES DO ESPAÇO AÉREO RVSM. DESSE MODO, ESSES OPERADORES DEVERÃO INSERIR NO ITEM 15 DO FORMULÁRIO DE PLANO DE VÔO NÍVEIS DE VÔO DIFERENTES DAQUELES COMPREENDIDOS ENTRE OS FL 290 E FL 410, INCLUSIVE.

    1.10.4 ESSES OPERADORES, CASO TENHAM A INTENÇÃO DE INGRESSAR NO ESPAÇO AÉREO RVSM, DEVERÃO INSERIR O NÍVEL DE VÔO DESEJADO NO ITEM 18 DO FORMULÁRIO DE PLANO DE VÔO, DA SEGUINTE FORMA: STS/FL (NÚMERO).

    1.10.5 PARA AUTORIZAR O INGRESSO DE AERONAVES NÃO APROVADAS RVSM NO ESPAÇO AÉREO RVSM, O ÓRGÃO ATC REALIZARÁ UMA ANÁLISE CRITERIOSA DA SITUAÇÃO DO FLUXO DE TRÁFEGO EM FUNÇÃO DA DEMANDA NO MOMENTO CONSIDERADO. EM CONSEQÜÊNCIA DISSO, PARA EFEITO DE PLANEJAMENTO, OS OPERADORES QUE DESEJAREM VOAR NO ESPAÇO AÉREO RVSM DEVEM TOMAR CONHECIMENTO DOS HORÁRIOS DE PICO NAS FIR BRASILEIRAS, TENDO EM VISTA QUE NESSES HORÁRIOS ESSAS AUTORIZAÇÕES PODERÃO SER MAIS DIFÍCEIS.

    1.10.6 A PREFERÊNCIA NA UTILIZAÇÃO DOS NÍVEIS DE VÔO SERÁ DADA ÀS AERONAVES APROVADAS RVSM. NO ENTANTO, EM SITUAÇÕES ESPECÍFICAS, O ÓRGÃO ATC PODERÁ DAR PREFERÊNCIA À AERONAVE NÃO APROVADA RVSM, NOS CASOS EM QUE SE JUSTIFIQUE O BENEFÍCIO OPERACIONAL.

    1.10.7 A AUTORIZAÇÃO E A MANUTENÇÃO DE UM NÍVEL DE VÔO NO ESPAÇO AÉREO RVSM POR UMA AERONAVE NÃO APROVADA RVSM ESTARÁ CONDICIONADA À NÃO EXISTÊNCIA OU PREVISÃO DE VÔO DE AERONAVES APROVADAS RVSM NO MESMO NÍVEL DE VÔO, 1000 PÉS ACIMA OU 1000 PÉS ABAIXO DO NÍVEL DE VÔO PLANEJADO PELA AERONAVE NÃO APROVADA RVSM, CASO NÃO POSSA SER GARANTIDA A SEPARAÇÃO HORIZONTAL ENTRE ESSAS AERONAVES.

    1.10.8 O VÔO SOMENTE SERÁ AUTORIZADO EM ESPAÇO AÉREO RVSM ONDE ESTÁ SENDO PRESTADO O SERVIÇO RADAR E COM COMUNICAÇÃO EFETIVA EM VHF.

    1.10.9 DECORRENTE DA DEMANDA E DA COMPLEXIDADE DO FLUXO DE TRÁFEGO, ESSAS AERONAVES PODERÃO SER SOLICITADAS A DESCER OU SUBIR, A FIM DE QUE O VÔO PASSE A SER REALIZADO ABAIXO OU ACIMA DO ESPAÇO AÉREO RVSM.

    1.10.10 ESSES OPERADORES, CASO DESEJEM VOAR ACIMA DO ESPAÇO AÉREO RVSM, DEVERÃO SUBIR OU DESCER, CRUZANDO O ESPAÇO AÉREO RVSM, NAS CONDIÇÕES ESTABELECIDAS PELO ÓRGÃO ATC.

    1.10.11 CASO A SEGURANÇA DO ESPAÇO AÉREO POSSA VIR A SER AFETADA, O DECEA SUSPENDERÁ, A QUALQUER MOMENTO, A PERMISSÃO PARA A REALIZAÇÃO DESSES VÔOS NO ESPAÇO AÉREO RVSM.


    ANEXO AO SUPLEMENTO AIP N194/04

    1.11 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA TRIPULAÇÃO ANTES DO INGRESSO NO ESPAÇO AÉREO RVSM

    1.11.1 O PILOTO EM COMANDO DE AERONAVE APROVADA RVSM DEVERÁ CERTIFICAR-SE DE QUE, NO MÍNIMO, OS SEGUINTES EQUIPAMENTOS PARA VÔO NO ESPAÇO AÉREO RVSM ESTÃO FUNCIONANDO NORMALMENTE:

    a) DOIS SISTEMAS ALTIMÉTRICOS PRIMÁRIOS INDEPENDENTES;
    b) TRANSPONDER SSR MODO C OU S;
    c) SISTEMA DE ALERTA DE ALTITUDE;
    d) SISTEMA DE MANUTENÇÃO DE ALTITUDE AUTOMÁTICO.

    1.11.2 CASO QUALQUER DOS EQUIPAMENTOS LISTADOS EM 1.11.1 NÃO ESTEJA FUNCIONANDO ADEQUADAMENTE, O PILOTO DEVE NOTIFICAR O ÓRGÃO CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO ANTES DE ENTRAR NO ESPAÇO AÉREO RVSM, USANDO A FRASEOLOGIA: “NEGATIVO RVSM”.

    1.11.3 O PILOTO EM COMANDO DE AERONAVE CIVIL DEVERÁ CUMPRIR TAMBÉM AS NORMAS PERTINENTES À OPERAÇÃO DE AERONAVES EM ESPAÇO AÉREO RVSM DISPOSTAS NOS REGULAMENTOS BRASILEIROS DE HOMOLOGAÇÃO AERONÁUTICA (RBHA).

    1.11.4 O ÓRGÃO ATC, POR OCASIÃO DAS AUTORIZAÇÕES DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO RELATIVAS AO VÔO NO ESPAÇO AÉREO RVSM, CONSIDERARÁ QUE AS NORMAS MENCIONADAS EM 1.11 FORAM CUMPRIDAS.

    1.12 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS APÓS INGRESSO NO ESPAÇO AÉREO RVSM

    1.12.1 DURANTE MUDANÇAS DE NÍVEL DE VÔO, UMA AERONAVE NÃO DEVERÁ ULTRAPASSAR O NÍVEL DE VÔO AUTORIZADO EM MAIS DE 150 FT (45 M).

    1.12.2 A FIM DE EVITAR A EMISSÃO DE AVISOS DE RESOLUÇÃO (RA) DESNECESSÁRIOS, AS AERONAVES EQUIPADAS COM TCAS II DEVERÃO POSSUIR A VERSÃO DESSE EQUIPAMENTO QUE ATENDA AOS REQUISITOS DE PERFORMANCE REFERENTES AO ACAS II (SISTEMA ANTICOLISÃO DE BORDO), PREVISTOS NO ANEXO 10 À CONVENÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL.

    1.12.3 EM CASO DE FALHA EM UM DOS SISTEMAS ALTIMÉTRICOS PRIMÁRIOS E SE O SISTEMA ALTIMÉTRICO REMANESCENTE ESTIVER FUNCIONANDO NORMALMENTE, O PILOTO EM COMANDO DEVERÁ:

    a) ACOPLAR O SISTEMA AO SISTEMA DE MANUTENÇÃO AUTOMÁTICA DE ALTITUDE;
    b) AUMENTAR A VIGILÂNCIA NA MANUTENÇÃO DA ALTITUDE; E
    c) NOTIFICAR A FALHA DO SISTEMA AO ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO, USANDO A SEGUINTE FRASEOLOGIA:

    “PARA INFORMAÇÃO, OPERANDO SOMENTE COM UM SISTEMA ALTIMÉTRICO”.

    1.12.4 EM CASO DE FALHA DE TODOS OS SISTEMAS ALTIMÉTRICOS PRIMÁRIOS, OU CASO ESSES SEJAM CONSIDERADOS NÃO CONFIÁVEIS, O PILOTO DEVERÁ:

    a) MANTER O NÍVEL DE VÔO INDICADO NO ALTÍMETRO “STANDBY” (SE A AERONAVE POSSUÍ-LO) NO MOMENTO DA FALHA OU NO MOMENTO EM QUE OS SISTEMAS FOREM CONSIDERADOS NÃO CONFIÁVEIS;
    b) ALERTAR AS AERONAVES PRÓXIMAS LIGANDO TODAS AS LUZES EXTERIORES;
    c) NOTIFICAR O ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO A FALHA DO SISTEMA, USANDO A FRASEOLOGIA “NEGATIVO RVSM”, INFORMANDO AS AÇÕES PRETENDIDAS; E
    d) CASO NÃO ESTABELEÇA CONTATO COM O ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO, TRANSMITIR AVISOS DA FALHA, POSIÇÃO, NÍVEL DE VÔO E INTENÇÕES EM 121.5 MHZ.

    1.12.5 EM CASO DE DIVERGÊNCIA ENTRE OS SISTEMAS ALTIMÉTRICOS PRIMÁRIOS SUPERIOR A 200 PÉS, O PILOTO DEVERÁ TENTAR DETERMINAR O SISTEMA ALTIMÉTRICO QUE ESTÁ COM DEFEITO, ATRAVÉS DOS PROCEDIMENTOS ESTABELECIDOS E/OU COMPARANDO OS SISTEMAS ALTIMÉTRICOS PRIMÁRIOS COM O ALTÍMETRO “STANDBY”, ACOPLANDO O SISTEMA CORRETO AO SISTEMA DE MANUTENÇÃO AUTOMÁTICO DE ALTITUDE E PROCEDER DE ACORDO COM O DISPOSTO 1.12.3

    1.12.6 EM CASO DE FALHA DO TRANSPONDER SSR MODO C OU MODO S, O PILOTO DEVERÁ NOTIFICAR AO ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO ESSA FALHA, USANDO A FRASEOLOGIA: “NEGATIVO RVSM”.

    ANEXO AO SUPLEMENTO AIP N194/04

    1.12.7 EM CASO DE FALHA DO SISTEMA DE ALERTA DE ALTITUDE, O PILOTO DEVERÁ NOTIFICAR ESSA FALHA AO ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO, USANDO A FRASEOLOGIA: “NEGATIVO RVSM”.

    1.12.8 EM CASO DE FALHA DO SISTEMA AUTOMÁTICO DE MANUTENÇÃO DE ALTITUDE, O PILOTO DEVERÁ ADOTAR AS SEGUINTES AÇÕES:

    a) MANTER O NÍVEL DE VÔO AUTORIZADO;
    b) AVALIAR A CAPACIDADE DA AERONAVE MANTER O NÍVEL AUTORIZADO ATRAVÉS DE CONTROLE MANUAL;
    c) AVALIAR A POSSIBILIDADE DE CONFLITO COM OUTRO TRÁFEGO;
    d) ALERTAR AS AERONAVES PRÓXIMAS, LIGANDO TODAS AS LUZES EXTERIORES;
    e) NOTIFICAR AO ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO A FALHA DO SISTEMA, USANDO A FRASEOLOGIA “NEGATIVO RVSM” E INFORMAR AS AÇÕES PRETENDIDAS;
    f) CASO NÃO ESTABELEÇA CONTATO COM O ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO, TRANSMITIR AVISOS DA FALHA, POSIÇÃO, NÍVEL DE VÔO E INTENÇÕES EM 121.5 MHZ.

    1.13 O ÓRGÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO DEVERÁ SUSPENDER A SEPARAÇÃO RVSM EM DETERMINADO ESPAÇO AÉREO, QUANDO OS PILOTOS INFORMAREM A EXISTÊNCIA DE TURBULÊNCIA SEVERA NESSE ESPAÇO AÉREO.

    1.13.1 QUANDO FOREM SUSPENSOS OS PROCEDIMENTOS RVSM, A SEGUINTE TABELA DE NÍVEIS DE CRUZEIRO SERÁ APLICADA, NO ESPAÇO AÉREO RVSM:

    RUMO MAGNÉTICO
    DE 000º A 179 DE 180º A 359º

    FL 290
    FL 320
    FL 350
    FL 380
    FL 410


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      Data/hora atual: Sex Out 20, 2017 11:12 am